quinta-feira, 28 de maio de 2020

"Ah, esse maldito fecho éclair"

Diante de tantas teorias da conspiração não sei mais o que é verdade e o que é inventado. O fato pode ser fake desde que não me leve daqui. A vida pode ser breve, mas se for e daí? Não sabemos quando acender o fogo, mas nos preocupamos com a fumaça. Existir no dias de hoje já é por si só uma verdadeira batalha freudiana. E quem nos levará, será que está só? Não sei, mas não me atrevo a perguntar. Somente depois do leite derramado é que me sentirei seguro, pois uma vez no chão, não poderá me ferir.

Diante de tantas incertezas, só me pego pensando em como superar. Sonhamos muitas vezes alto demais e não percebemos que a queda é inevitável. Podemos sofrer com isso, mas e daí? Todos sofrerão um dia por alguma coisa. E com esse pensamento óbvio podemos enfim respirar mais oxigênio e emanar amor por aí. E daí, se ninguém notar? O aroma ficará no ar para a próxima temporada de flores. E com certeza a violeta reacenderá a vontade de amar. Amar é o caminho da liberdade e do prazer e
ser feliz é tudo que se quer.

Diante de tudo, somos nada. Seremos a bagaceira do planeta a medida que esquecemos quem somos, e não é difícil de imaginar. A borboleta em suas nuances de multicor nos faz perceber a luminosidade da vida, mas não sabemos como explorá-la sem deixá-la cair e despedaçar. Por isso percebo que a cada segundo ela se escorrega de minhas mãos e temo não conseguir encontrá-la novamente. A vida, bem, a vida é tudo isso e muito mais, mas não temos tempo para ela. E isso é que nos fará acreditar em qualquer coisa que venham nos falar ao pé do ouvido ou na tela do computador. Esse é o perigo.

Diante de tanto alarme, não consigo apertar o botão de socorro e chamar por você para salvar a humanidade em passos de guepardo a fim de exterminar a insegurança e a maldade que assolam a vida de todos e que por algum motivo, não aparente, nos faz perder as esperanças. Mas sou persistente e acredito num futuro melhor depois do pote de arco íris e nenhum muro irá sobreviver para nos separar. A humanidade já passou por turbulências demais para ainda nos dias de hoje sofrer tanto. Acredito num bem maior e numa nova oportunidade. Precisamos de uma nova chance para mostrar que não somos errantes e sim seres do bem.

Diante de tudo isso só posso dizer que tenho fé em Deus e acredito no homem. E que tudo tem jeito, uma vez que, o amor entre nos corações e a paz reine soberana entre nós. Tantas coisas podem mudar com o tempo e a compreensão que não há motivos para pânico. Quem dera que fosse verdade essa última frase, mas mesmo não sendo, podemos nos reinventar e mostrar  para Deus que temos salvação. Temos chace de ainda dar certo. Espero não estar errado, pois seria uma tremenda decepção se estiver.

Diante de você que está lendo esse texto agora me coloco para mostrar o meu apreço e meu carinho com tanta gentileza empregada em doar seu tempo para essa leitura que pode parecer desesperada, mas nada mais é que uma tentativa de mostrar o quão significante é a vida e pela qual precisamos lutar até o fim.

sábado, 16 de maio de 2020

A Dialética estrutural



                                        Dialética


Sei que estou em falta com esse espaço que foi criado justamente para não deixar lacunas em nossas vidas. Precisamos nos dedicar e concentrar o maior número de textos, informações e afins para que as futuras gerações entendam o poder da dialética no mundo moderno. Sem ela não conseguimos formar uma ideia capaz de sintetizar o que vivemos e o que queremos viver.

Passamos tempos turbulentos e que coloca a humanidade à prova. Que será que pensa meu vizinho quando chega em casa e se depara com o vazamento na sua parede do banheiro? Será que ele vai procurar entender como foi que aconteceu ou vai me culpar pela obra que fiz recentemente em minha casa? Não sei. Tenho que esperar para entender o que se passa com os sentimentos turbilhonados em sua mente e que eu não sei como reagir.

Pode ser que eu entenda e pode ser que não. Mas de que adianta, se na verdade a culpa não for de nenhum dos dois, e sim de um trabalho mal feito que o pedreiro executou? São problemas que nós dois teremos que resolver, ou não. Esta aí uma contradição de ideias que farão parte de um fim de semana para que possamos defender nossos pontos de vistas sobre o mesmo assunto, o vazamento.

Podemos sentar à beira da piscina e debater os porquês de tudo ou simplesmente defendermos nossos pontos de vistas e ponto. Mas e como fica? Quem terá razão? Quem pagará o prejuízo? Está aí mais um problema. E que problema! Mas a vida é exatamente um problema que temos que resolver a cada dia. Já acordamos sabendo que o dia nos dará problemas para que encontremos soluções. Nada mais justo, pois a vida nos é dada de presente. Uma dádiva! temos que "pagar" de alguma forma por essa graça.

No fim das contas o que acabará acontecendo será uma despesa dividida entre ambos para que ninguém saia no "prejú". Boa argumentação, pois em tempos difíceis que virão, se não nos cotizarmos para superá-lo, provavelmente sucumbiremos a primeira recaída.

Em tempos ruins, precisamos nos unir ao máximo para sofrermos o mínimo. Pensando dessa maneira chegaremos juntos ao destino, caso contrário, não haverá dialética que sustente a humanidade.
 

sábado, 11 de abril de 2020

Sentado a beira do vaso

Olá pessoal, antes de mais nada quero desculpar-me  pela demora em postar alguma coisa aqui no blog. É verdade que são anos de ausência, mas é que estava com outros projetos e acabei procrastinando  e boicotando meu próprio blog. 

Mas estou aqui e de volta. Agora então com a quarentena emposta por conta do coronavirus ou da COVID-19 terei mais tempo. Também é verdade que já estou há 5 semanas sem sair de casa e só agora resolvi postar algo no meu blog. 

E pasmem, sentado a beira do vaso. Isso mesmo, enquanto espero a água do chuveiro esquentar. Ela anda com preguiça e sempre que ligo o chuveiro preciso esperar alguns minutos para enfim poder entrar embaixo dela e me deliciar com a temperatura. Você sabia que banho quente ajuda a relaxar a musculatura? Pois é, sempre que posso tomo um banho muito quente. É bom. Meu dermatologista diz que água quente acaba com a pele e é verdade, mas quem resiste a um belo banho quente nesse outono? Eu imaginei.

Agora prometo que voltarei a escrever com mais frequência. Minha mente anda fervilhando de idéias e quero compartilha--las com vocês. 

Vou ficando por aqui, pois a água esquentou e já lança vapor que toma conta do banheiro. Daqui a pouco vai virar uma sauna. É bom me levantar do trono para que meu cérebro não registre vontade de fazer o número dois. 

Boa noite a todos. Boa Páscoa!